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Perguntas Frequentes

Sim, a apneia do sono pode ser uma condição perigosa pois se relaciona a diversos problemas de saúde, como risco cardiovascular aumentado quando não tratada. ¹

Apneia do Sono não tratada pode tambem leva a sonolência durante o dia, que faz com que você esteja mais propensa a acidentes ao dirigir e no local de trabalho.

Muitas pessoas têm Apneia do Sono e não sabem disso. Se você achar que pode ter sintomas deste transtorno,você deve procurar um especialista e realizar um teste do sono.

1. Young T et al. Sleep disordered breathing and mortality: eighteen-year follow-up of the Winsconsin sleep cohort. Sleep. 2008; 31(8): 1071-78.

Estudos mostram que existe um componente hereditário para Apneia do Sono, porém a maior parte dos fatores de risco são ambientais. ²

2. Sleiman P e Hakonarson H. Genetic underpinnings of obstructive sleep apnea: are we making progress? Sleep. 2011; 34: 1461-68.

Não existe hoje cura para a Apneia do Sono, mas existem várias opções diferentes de tratamento disponíveis para isso. Observe que as opções de tratamento dependerão do tipo e gravidade da Apneia do Sono.

Opções de tratamento para Apneia Obstrutiva do Sono incluem:

  • CPAP (pressão positiva contínua no caminho do ar);
  • Mudanças no estilo de vida;
  • Dormir de lado;
  • Aparelhos orais;
  • Cirurgia.

Não, o desvio de septo não pode causar Apneia do Sono, mas pode aumentar a severidade da Apneia do Sono presente. Se você tem o desvio de septo então seus sintomas podem ser piores. Você também pode observar um aumento nos eventos de Apneia durante o sono.

Embora um desvio de septo não tenha mostrado ser a causa direta desta condição, isto pode ser usado para ajudar a identificar que a condição está presente em primeiro lugar.

Se você for alguém que tem desvio de septo e acredita que esteja afetando seu sono, então recomendamos que você consulte um especialista para discutir as opções que estão disponíveis para você.

Sim, estar com sobrepeso pode causar Apneia do Sono. A obesidade e o excesso de peso são as causas mais comuns de Apneia do Sono.

A asma e a Apneia do Sono são duas condições que geralmente caminham juntas. É importante que as pessoas com asma estejam cientes dos sintomas da Apneia do Sono a fim de garantir que estão recebendo o tratamento requerido e apropriado.

O que é Apneia do Sono?

Apneia significa literalmente "sem ar" ou "parar de respirar". Ao perceber a parada respiratória, o cérebro dispara um sinal para você acordar apenas o suficiente para obter um pouco de ar e retornar a respiração. Então você volta a dormir e o ciclo recomeça - isso pode ocorrer mais de 50 vezes a cada hora, mesmo que você não se lembre de ter acordado. Quando você tem uma apneia, o ar para de fluir para os pulmões e por 10 segundos ou mais, você realmente para de respirar. A apneia do sono afeta 1 em 3 pessoas.

Você é uma delas? ¹

Descubra se você está em risco com este Questionário de Apneia do Sono.

imagem ilustrativa Apneia Mista do Sono

1 - Tufik S e cols. Obstructive sleep apnea syndrome in São Paulo Epidemiologic Sleep Study. Sleep Med. 2010; 11(5): 441-6.

Identifique os sintomas

Os primeiros sinais como o ronco custumam ser
observados por familiares enquanto você dorme

  • Cansaço constante
  • Dificuldade de
    concentração
  • Dores de cabeça
    matinais
  • Humor depressivo
  • Suor noturno
  • Ganho de peso
  • Falta de energia
  • Esquecimento
  • Disfunção Sexual
  • Noctúria frequente

Os três tipos de Apneia do Sono

imagem ilustrativa APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO (AOS)

Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)

  • A apneia obstrutiva é o tipo mais comum de distúrbio respiratório do sono e leva à interrupção na entrada de ar para os pulmões devido a uma obstrução na via aérea superior, ou seja, na garganta. ¹
  • A via aérea superior pode ficar obstruída por vários motivos; ²
  • Relaxamento muscular durante o sono, levando ao fechamento da garganta;
  • Depósito de gordura nos tecidos adjacentes;
  • Alterações estruturais ou transitórias no nariz, garganta ou mandíbula;

1- Benjafield et al. Estimation of the global prevalence and burden of obstructive sleep apnoea: a literature-based analysis. Lancet Resp Med. 2019; 7: 687-98.
2- Dempsey J e cols. Pathophysiology of Sleep Apnea. Physiol Rev. 2010; 90: 47-112.

imagem ilustrativa APNEIA CENTRAL DO SONO (ACS)

Apneia Central do Sono (ACS)

A Apneia Central do Sono (ACS) é o tipo menos predominante e ocorre quando há perda de comunicação entre o cérebro e o corpo, causando a interrupção do fluxo de ar por insuficiência cardíaca ou doença e lesão no cérebro, como:

  • Acidente Vascular Cerebral;
  • Tumor cerebral;
  • Infecção viral no cérebro;
  • Doença respiratória crônica.

Em alguns casos a via respiratória está de fato aberta, mas o ar para de fluir para os pulmões porque nenhum esforço está sendo feito para respirar.

Vale lembrar que pessoas com ACS não costumam roncar e, por isso, o distúrbio pode passar despercebido. Procure um médico em caso de suspeita.1

imagem ilustrativa APNEIA MISTA DO SONO

Apneia Mista do Sono

Apneia mista do sono é caracterizada pela ausência de esforço respiratório no início do evento seguida de esforço com obstrução ao fluxo aéreo na segunda parte do evento, ou seja, começa como uma apneia central mas termina como uma obstrutiva.

Se houver suspeita da presença deste distúrbio consulte seu médico.

1. Orr JE, Malhotra A, Sands AS. Pathogenesys of central and complex sleep apnea. Respirology 2017; 22(1): 43-52.

• Episódio 1 - Young T, Finn L, Peppard PE, Szklo-Coxe M, Austin D, Nieto J, et al. Sleep Disordered Breathing and Mortality: Eighteen-Year Follow-Up of the Wisconsin Sleep Cohort. SLEEP. 2008; 31(8): 1071-8.

• Episódio 2 - Tufik S, Santos-Silva R, Taddei JA, Bittencourt LRA. Obstructive sleep apnea syndrome in the Sao Paulo Epidemiologic Sleep Study. Sleep Med. 2010; 11(5): 441-6.

Kapur VK, Auckley DH, Chowdhuri S, Kuhlmann DC, Mehra R, Ramar K, Harrod CG. Clinical practice guideline for diagnostic testing for adult obstructive sleep apnea: an American Academy of Sleep Medicine clinical practice guideline. J Clin Sleep Med. 2017;13(3):479–504.